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Assaí Atacadista confirma inauguração para 2020 no centro de Sinop

A previsão para término das obras é o final do mês de maio de 2020

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Com um investimento de R$ 60 milhões, a rede varejista Assai Atacadista confirmou sua instalação em Sinop.

O empreendimento, cuja previsão para término das obras é o final do mês de maio de 2020, fica localizado na Avenida Jacarandás, esquina com rua dos Cajueiros, onde seria há alguns anos, o Aruanã Shopping.

Na obra de ampliação e reforma da estrutura que já está em pé, serão investidos R$ 45 milhões até a inauguração, além de R$ 15 milhões que serão destinados à compra de equipamentos para o supermercado.

A estimativa é que 300 empregos diretos sejam gerados.

Ao todo, a capacidade no estacionamento será para até 500 carros. Já a estrutura do salão de vendas, que terá mais de 7 mil itens de mercearia, alimentos, perecíveis, embalagens, bazar, higiene, bebidas e limpeza, é de aproximadamente 7 mil m².

O depósito do Assaí terá uma metragem de 2,5 mil m² já com um câmera fria, de 900 m², instalada.

A diretora Regional da empresa, Kênia Mainardi, aponta que Sinop já estava no plano de expansão do grupo atacadista.

“É uma das cidades que mais cresce no Brasil, na área do serviço e também no agronegócio. Nós realmente nunca desistimos de estar aqui em Sinop”.

O Assaí Atacadista já possui 153 lojas espalhadas por 18 estados do Brasil, além do Distrito Federal (DF). A rede é conhecida pelo atacado de autosserviço.

A prefeita Rosana Martinelli afirma que não foi concedido nenhum tipo de incentivo fiscal para que pudesse se instalar em Sinop. “O grupo não solicitou nenhum tipo de isenção fiscal. Eles se comprometeram em pagar todos os impostos. Em nenhum momento eles pediram incentivo”.

Assaí Atacadista em Sinop
Da esquerda para direita: Paulo Abreu do Prodeurbs, vice-prefeito Gilson de Oliveira, empresário Paulo Fiúza, SEO da Succespar César Viana, prefeita Rosana Martinelli, diretora Regional Assaí Kênia Mainardi, Foto: Assessoria

Obras

O alvará para liberação das obras foi assinado pela prefeita Rosana Martinelli, na tarde desta quarta-feira (13), no gabinete do Executivo. César Viana, que é o SEO da Succespar, empresa responsável pela ampliação de reforma do prédio onde será o Assaí, assegura que os trabalhos de readequação já devem começar no próximo dia 18 de novembro.

“Esperamos entregar até o final de maio do ano que vem, dependerá das chuvas. Ao todo a obra terá 17 mil m²”, explica.

O prédio, que é de propriedade do empresário Paulo Fiúza, foi locado pela grupo atacadista por um período de 40 anos.

Ocorre que algumas negociações estavam em andamento com a prefeitura para que a estrutura do Executivo municipal fosse transferido para o local, entretanto, depois de discussões, ficou acordado que o local seria disponibilizado para o Assaí. “Ela mesmo [prefeita], sugeriu que eu alugasse. Eu realmente comecei a conversação direta com o Assaí”, assegura Paulo Fiúza.

Assaí Atacadista em Sinop
Prédio onde será o Assaí Atacadista, no Centro de Sinop – Foto: Anderson Hentges

 

Impasses

O grupo demonstrou interesse em se instalar em Sinop há algum tempo. No mês de novembro de 2018, os diretores apontaram a área do estádio Gigante do Norte como um ponto estratégico para sua instalação. A partir de então começaram as tratativas.

De lá pra cá, estiveram em pauta os preços propostos, se era viável ou não a venda, questões emocionais, entre outras.

Um laudo emitido por um perito definido pelo Ministério Público apontou que o valor de mercado de toda aquela área chegava a quase R$ 62 milhões.

Tempos depois, após a manifestação de vereadores e da população, houve a discussão apenas para que parte da área fosse vendida, cerca de 33 mil m², e o restante, 62 mil m², fossem utilizados para a construção de uma nova arena olímpica. Entretanto isso não foi aceito.

Caso fosse oficializada a venda/permuta, a ideia é que esse novo estádio fosse construído em um outro ponto da cidade, a ser definido pela prefeitura.

O lance inicial para o “pedaço” é de R$ 26,7 milhões, que, neste sentido, seria para a viabilização da nova arena, não onerando o Executivo municipal.

Depois de longos debates, a prefeitura recolheu o projeto e o refez, desta vez com a venda parcial, ou seja, os 33 mil m², só que agora para empresas de qualquer segmento, além de que a área remanescente, ou seja, os 62 mil m², fossem repartidos em lotes no intuito de serem vendidos. Nesse tempo duas audiências públicas foram realizadas na Câmara da Vereadores, para debater o assunto.

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