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Sesp deflagra Operação Integrada Transpantaneira I

O objetivo é apoiar o enfrentamento qualificado aos crimes ambientais, em especial, incêndios florestais e queimadas irregulares.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) desencadeou, na segunda-feira (17), a Operação Integrada Transpantaneira I. O objetivo é apoiar o enfrentamento qualificado aos crimes ambientais, em especial, incêndios florestais e queimadas irregulares.

O enfrentamento é feito pelas unidades que compõem o Comitê Temporário Integrado Multiagências de Coordenação Operacional (Ciman) na Operação Pantanal 2.

De acordo com o coordenador geral do Ciman e diretor adjunto operacional do Corpo de Bombeiros, coronel Dércio Santos da Silva, proprietários rurais e a Secretaria Adjunta de Turismo denunciaram que há pessoas que tem ido a região pescar e fazem fogueira para acampamento ou que usam fumaça para extrair mel de abelhas, perdem o controle e o fogo se alastra pela região.

“Os proprietários se sentem ameaçados por essas pessoas e esse uso indiscriminado do fogo tem atrapalhado as ações da força-tarefa na Operação Pantanal 2. Esse apoio da Polícia Militar na região vai ajudar no trabalho de combate às queimadas na zona rural, aumentando essa fiscalização e evitar a entrada de quem não é morador da região”, explicou.

Por meio de barreiras volantes e ações de bloqueio, policiais militares do Batalhão Ambiental, Força Tática de Várzea Grande e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) atuarão na região rural e faixa de fronteira ao longo da MT-060, Rodovia Transpantaneira, executando a fiscalização, o policiamento ostensivo, preventivo e repressivo, para controle dos índices criminais, sobretudo coibir crimes ambientais na região rural.

A operação integrada é uma política pública do governo do estado estabelecido no Plano de Ação para Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais do Estado de Mato Grosso, e a existência de focos de incêndios ativo de grandes proporções na região do pantanal mato-grossense, que já atingiu três áreas de reservas indígenas, e queimou aproximadamente 185 mil hectares de área de vegetação.

A ação será dividida em três fases e deve seguir até setembro na rodovia MT-060, em Poconé. Além da PM, do Gefron e Corpo de Bombeiros Militar, também contará com integrantes das prefeituras municipais e demais parceiros dos órgãos de segurança que elaboraram o planejamento para o emprego integrado das forças de segurança.

 

Presos brigadistas

O Sistema Penitenciário também está colaborando no combate às queimadas urbanas em Poconé, após o treinamento de 10 presos como brigadistas para atuar no combate ao fogo na área urbana da cidade.

Os recuperandos são todos voluntários e beneficiados com a remição da pena, ou seja, a cada três dias trabalhados, é um dia a menos na pena. Os presos são acompanhados pelos policiais penais e selecionados pela direção e por uma equipe psicossocial, conforme o perfil. Eles saem da unidade com tornozeleira eletrônica.

O trabalho dos recuperandos iniciou na última sexta-feira (14). (Débora Siqueira / Ascom)

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