Novo PAC apresenta crescimento de obras paralisadas e projetos antigos
Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) revelam que o número de empreendimentos interrompidos cresceu de 2.760 no final de 2022 para 4.234 em 2025, representando um aumento de 53,4%.
O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado em agosto de 2023 pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, apresenta um aumento alarmante nas obras paralisadas em todo o Brasil.
Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) revelam que o número de empreendimentos interrompidos cresceu de 2.760 no final de 2022 para 4.234 em 2025, representando um aumento de 53,4%.
A Edição 327 da Revista Oeste aponta que muitos dos projetos apresentados como novidades são, na verdade, iniciativas antigas, algumas anunciadas há décadas ou já inseridas em versões anteriores do PAC. O Maranhão é o estado que mais sofre com as paralisações, contabilizando 584 obras interrompidas, seguido por Pará (456), Bahia (415) e Minas Gerais (347). Os atrasos afetam áreas essenciais, como saúde, educação e saneamento básico.
Além disso, 43% da atual carteira do Novo PAC é composta por ações remanescentes dos PAC 1 e 2. O TCU informa que as edições anteriores deixaram um passivo de 5,3 mil obras inacabadas, comprometendo R$ 13,5 bilhões de recursos federais sem a entrega dos resultados esperados. A reportagem também menciona projetos históricos que enfrentam atrasos ao longo de diferentes administrações, como a Transposição do Rio São Francisco e a Ferrovia Norte-Sul. A discussão sobre infraestrutura, quase 20 anos após o lançamento do PAC original, permanece marcada por atrasos, mudanças de cronograma e projetos inacabados.
A reportagem completa está disponível na Edição 327 da Revista Oeste.
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