Sinop: lixeiras no centro estão caindo aos pedaços à espera de reparos da prefeitura
Lixeiras no centro de sinop estão corroídas e fora de uso em pontos de grande circulação, enquanto a prefeitura arrecada R$ 16,8 milhões com a nova cobrança de lixo e ainda não informou prazos de reparo
Em trechos movimentados da área central de Sinop, moradores e transeuntes encontram poucas lixeiras para descarte de pequenos resíduos e as que existem estão em péssimo estado de conservação. A situação é especialmente visível em duas avenidas citadas por moradores: Jacarandás e Embaúbas.
Casos concretos: Jacarandás e Embaúbas
Na avenida dos Jacarandás, ao lado de um banco e da praça da Bíblia, uma lixeira permanece deteriorada há cerca de um ano. A ferrugem consumiu o fundo do equipamento, que hoje não armazena uma latinha ou uma sacola plástica. Situação semelhante ocorre na avenida das Embaúbas, próxima à paróquia Santo Antônio, onde a única lixeira disponível está com o fundo corroído e sem utilidade prática.
Consequência prática para os moradores
Embora a prefeitura tenha instalado contêineres para descarte de lixo doméstico na área central, a falta de pequenos equipamentos para descarte imediato obriga quem tem embalagens ou garrafas a caminhar — em alguns trechos, até cerca de 80 metros — para encontrar um local adequado.
Contexto financeiro e cobrança
A cobrança da taxa de lixo começou a vigorar em maio. O valor total lançado pela prefeitura soma R$ 16,8 milhões. Não houve concessão de desconto: o pagamento pode ser efetuado à vista ou parcelado em até seis vezes, com a última parcela vencendo em outubro.
Contato com a administração
O portal Só Notícias fez contato com a assessoria da prefeitura na segunda‑feira à tarde e novamente no dia seguinte para questionar sobre a manutenção das lixeiras e planos de instalação de novos equipamentos, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.
Implicações e próximos passos
A ausência de manutenção e de lixeiras adequadas na área central expõe contradições entre a arrecadação iniciada com a nova taxa e a prestação de serviços básicos esperada pela população. A situação gera risco de acúmulo de lixo nas vias, prejuízo à limpeza urbana e desconforto a moradores e comerciantes. Cabe à prefeitura detalhar cronograma de reparos ou substituições e ampliar pontos de descarte acessíveis.
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