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Judiciário ainda não planejou instalação de outras varas em novo Fórum de Sinop

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Ainda não foi estudada pelo Poder Judiciário como será a implantação de novas varas na Comarca de Sinop, após a conclusão da obra do novo Fórum da cidade, que será construído no bairro Aquarela das Artes.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha aponta que a crise econômica é um dos fatores que interfere nos trabalhos do Judiciário mato-grossense. “Isso realmente não está planejado ainda. São especulações. Queremos acabar a obra do Fórum. Assim que a gente terminar vamos ver o que fazer, até porque temos na região várias comarcas sem juiz atualmente e nós sabemos que o problema todo é orçamentário, então não dá pra gente fixar ainda essa quantidade, ou de juízes, essa melhoria ainda não podemos afirmar”, disse em coletiva na manhã desta sexta-feira (23), durante sua passagem por Sinop para participar do evento “Judiciário em Movimento”.

Sobre a obra, o desembargador assegura que ela foi pensada para atender toda a demanda do município, além da região, e que além disso, caso precise de fato aumentar o número de funcionários e varas, será possível de forma assertiva. “Nós sabemos que temos que prever para o futuro. Não adianta fazer uma obra que daqui dois anos vamos ter que mexer. Estamos fazendo uma obra planejada e prevendo se for mexer, ampliar, já tem espaço e é modular. Então vai representar muito para o futuro e não só hoje”.

Com 12.666,27 metros quadrados, a edificação será construída com recursos do Tribunal de Justiça e o valor estimado é de R$ 42 milhões.

Leia também: Convênio para construção do novo fórum é assinado

Uma de suas pautas em Sinop foi um reunião com juízes, advogados e também outros profissionais que trabalham no Fórum de Sinop, para identificar o que ainda pode ser melhorado. “Há muita reclamação e o Judiciário fica distante. Estamos ouvindo os advogados, aquelas pretensões, anseios e reclamações. Nós estamos partindo com a conversa franca e aberta com essas pessoas que no dia-a-dia depende do Poder Judiciário”, conclui.

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