Greve na UFMT começa na próxima segunda em Sinop e demais unidades
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Mato Grosso (Sintuf), cerca de 400 profissionais participaram da votação, aprovando por ampla maioria a entrada no movimento, que já ocorre em outras regiões do país desde o dia 23 de fevereiro.
Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira, aderir à greve nacional da categoria.
A paralisação está prevista para começar na próxima segunda-feira (13), conforme definição do grupo.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Mato Grosso (Sintuf), cerca de 400 profissionais participaram da votação, aprovando por ampla maioria a entrada no movimento, que já ocorre em outras regiões do país desde o dia 23 de fevereiro.
A entidade também representa servidores da Universidade Federal de Rondonópolis.
A mobilização em nível nacional é organizada pela Fasubra Sindical, federação que reúne sindicatos da categoria em instituições públicas de ensino superior. Entre as principais reivindicações estão o cumprimento de acordos firmados após a greve de 2024, incluindo a regulamentação de uma jornada de trabalho mais igualitária, a implantação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), ajustes na estrutura de cargos e melhorias na situação dos aposentados.
Apesar de um projeto de lei relacionado ao acordo ter sido aprovado pelo Congresso Nacional em março deste ano e aguardar sanção presidencial, a federação avalia que o texto não contempla integralmente as demandas. De acordo com a entidade, as regras propostas para o acesso ao RSC seriam restritivas, dificultando o recebimento da gratificação, que pode gerar aumento salarial entre 5% e 23%.
O Sintuf informou que notificará oficialmente a administração da universidade dentro do prazo legal de 72 horas. Uma reunião está marcada para sexta-feira (10), com o objetivo de organizar o comando local de greve, cujos integrantes devem ser confirmados no dia 13, quando a paralisação terá início. Também está prevista a ida de representantes a Brasília nos dias 15 e 16.
Atualmente, aproximadamente metade da categoria já está em greve em estados como Minas Gerais, Bahia e Paraná, e ainda não há previsão para o fim do movimento.
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