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Coração de Luto: 35 anos sem o lendário Teixeirinha

Neste dia 04 de dezembro, fazem 35 anos da morte do cantor e compositor gaúcho, Vítor Mateus Teixeira, o Teixeirinha.

Já se passaram 35 anos sem o cantor Vítor Mateus Teixeira, o Teixeirinha, um artista brasileiro, conhecido também no exterior. O lendário é tido como o ícone da música gaúcha no Brasil, responsável por trazer a instrumentalização elétrica para a música gaúcha.

Vítor Mateus Teixeira nasceu em Rolante, no Estado do Rio Grande do Sul, no dia 03 de março de 1.927, em uma região conhecida como Linha Mascarada, como diz o artista em uma de suas músicas, homenageando o pai Saturnino Teixeira, por construir a ponte sobre o Rio Rolante.

Teixeirinha faleceu aos 58 anos de idade, vítima de um câncer, em 04 de dezembro de 1.985, na capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. O artista, além de cantor, foi compositor, radialista e também cineasta brasileiro. Veja abaixo um histórico sobre o Teixeirinha.

Coração de Luto: 35 anos sem o lendário Teixeirinha
Vítor Mateus Teixeira, o Teixeirinha. (Foto: Reprodução da Internet)

 

 

Histórico de Teixeirinha

Depois de três anos cantando nas estações de rádio, em 1958 foi morar e no município de Passo Fundo, em 1959, Teixeirinha recebeu o seu primeiro convite para gravar um Disco de 78 rotações (78Rpm) com as músicas “Xote Soledade”, e “Briga no Batizado”.

Quando o público a descobriu, os pedidos de compra da bolacha de 78Rpm foram tantos que a gravadora não dava conta de atendê-los, caminhões saíam abarrotados das três fábricas da gravadora, apressadamente, sem que se registrasse a quantidade de álbuns carregados.

No ano seguinte, 1960, gravou seu primeiro álbum, O Gaúcho Coração do Rio Grande. Em 1961, Teixeirinha conheceu a acordeonista Mary Terezinha enquanto tocavam na Rádio Bagé. Mary acompanhou Teixeirinha por 22 anos.

Na década de 1970, a carreira musical de Teixeirinha alcançou projeção nacional e internacional, cantando em várias cidades brasileiras e tendo feito turnês em Portugal, Espanha e em países da América do Sul, além de 15 shows nos Estados Unidos em 1973 e 18 shows no Canadá em 1975.

 

Anos de Polêmica

Apesar do sucesso nacional e internacional, Teixeirinha foi alvo de duras críticas. De acordo com históricos do Wikipédia, suas músicas, à época, eram consideradas de mau gosto pela crítica. Teixeirinha chegou a ser acusado de usar a morte da mãe para obter fama.

Em 1970, quanto Teixeirinha participou ao vivo no programa de televisão A Grande Chance, pela extinta Rede Tupi, o apresentador Flávio Cavalcanti destruiu os LPs do cantor ao vivo.

Em 1973 Teixeirinha e Flávio Cavalcanti fizeram as pazes, e Flávio aparece na capa do álbum “Num Fora de Série”, de Teixeirinha, lançado em 1973.

Como cineasta, em 1966, escreveu o roteiro do filme Coração de Luto, baseado na música de mesmo nome, lançado em 1967 pela Leopoldis-Som, dirigido por Eduardo Lorente.

Em 1969, ele estrelou o filme Motorista Sem Limites e no mesmo ano, fundou a produtora Teixeirinha Produções Artísticas, em 1970, com a qual produziu dez filmes.

Como radialista, apresentou o programa Teixeirinha Amanhece Cantando, que foi transmitido pelas rádios Farroupilha e Gaúcha durante a década de 1970.

 

Teixeirinha Cineasta e Radialista

Como cineasta, em 1966, escreveu o roteiro do filme Coração de Luto, baseado na música de mesmo nome, lançado em 1967 pela Leopoldis-Som, dirigido por Eduardo Llorente.

Em 1969, ele estrelou o filme Motorista Sem Limites e no mesmo ano, fundou a produtora Teixeirinha Produções Artísticas, em 1970, com a qual produziu dez filmes.

Como radialista, apresentou o programa Teixeirinha Amanhece Cantando, que foi transmitido pelas rádios Farroupilha e Gaúcha durante a década de 1970. Confira abaixo os dez filmes produzidos pela produtora do Teixeirinha.

  • 1972 – Ela Tornou-se Freira
  • 1973 – Teixeirinha 7 Provas
  • 1974 – Pobre João
  • 1975 – A Quadrilha do Perna Dura
  • 1976 – Carmem a Cigana
  • 1978 – O Gaúcho de Passo Fundo
  • 1978 – Meu Pobre Coração de Luto
  • 1978 – Na trilha da Justiça
  • 1980 – Tropeiro Velho
  • 1981 – A Filha de Iemanjá

 

Teixeirinha o Rei do Disco

Além de ser um dos maiores expoentes da música gaúcha no Brasil e no exterior, trouxe diferentes instrumentos elétricos para a música gaúcha, como a Guitarra elétrica, e guitarra Havaiana. Foi recordista em vendas de discos no Brasil, motivo pelo qual recebeu o apelido de Rei do Disco.

Teixeirinha foi recordista de vendas de discos no Brasil, sendo até 1983, lançou mais de 70 álbuns e compôs por volta de 1.200 canções. Registros oficiais afirmam que Teixeirinha vendeu mais de 18 milhões de discos.

No entanto, esse número é contestado, já que trata-se de um artista local, sem certificados pela Pro-Música Brasil e que teve o auge da carreira em uma época em que a venda de mais de 30 mil cópias era considerado um grande sucesso, devido à pouca quantidade de vitrolas existentes no Brasil e a baixa produtividade de LPs.

Até sua morte, Teixeirinha recebeu 13 discos de ouro. Hoje Teixeirinha é muito pesquisado em escolas e faculdades, sendo o tema de muitos trabalhos, sendo o compositor que mais compôs músicas no Brasil, exatas 1.200 músicas, 754 gravadas. (Com informações do Google / Wikipédia)

 

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