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Inteligência Artificial dá nova vida a obras clássicas da arte

O primeiro vídeo, que traz à luz a famosa obra "O Grito" de Edvard Munch, busca envolver novas audiências em um momento em que a atenção está dispersa pelas redes sociais.

O estúdio britânico Imaginae lançou a coleção de vídeos Art Awakens, que utiliza inteligência artificial para aproximar os jovens das obras clássicas da arte.

O primeiro vídeo, que traz à luz a famosa obra “O Grito” de Edvard Munch, busca envolver novas audiências em um momento em que a atenção está dispersa pelas redes sociais.

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“A arte deve ressoar com as novas gerações, e nossa missão é tornar isso possível utilizando tecnologia inovadora.” – Imaginae

O vídeo examina as influências que moldaram Munch, revelando duas experiências marcantes em sua vida. A primeira é o trauma da perda da mãe, que ele presenciou aos cinco anos. A segunda é a impressão deixada por uma múmia peruana que o artista viu em um museu de Paris. Essas experiências profundas foram fundamentais para o desenvolvimento da sua obra.

Pintado em 1893, “O Grito” surgiu após Munch sofrer um desmaio, uma experiência que influenciou intensamente a sua visão artística. A animação proposta pela Imaginae busca representar as impressões e sentimentos que marcaram a mente do artista, tornando assim a arte mais acessível e relevante para o público contemporâneo.

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