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Rosana Martinelli é cotada para ser vice de Mendes em 2022

Apesar de ter recuado em 2020 por questões familiares, Rosana tem vontade de estar na corrida eleitoral em 2022. A ex-prefeita informa, que já tem vários convites para o ano que vem!!!

A ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) não pretende sair da política. Apesar do não concorrer na disputa pela reeleição no ano passado, onde foi informado que a decisão foi tomada por questões familiares, ela pretende participar do pleito eleitoral nas urnas de novo em 2022.

Rosana já recebeu convites de várias siglas, como o MDB, e é cotada para concorrer a cargos como deputada federal, estadual e até vice-governadora. Mas a decisão depende ainda de articulações e avaliação do cenário.

“Tem essa possibilidade de concorrer a vice-governadora ao lado de Mauro Mendes (DEM) e é o que eu gostaria, mas temos que construir a candidatura”, revelou ao nesta quinta (22) ao RD NEWS.

 

Ela ainda lembrou que desde Iraci França foi eleita vice-governadora em 2002, Mato Grosso não tem uma mulher no cargo.

Rosana desistiu das eleições, para se dedicar a sua família, principalmente ao seu marido, Osmar Martinelli, que  em janeiro deste ano acabou falecendo. Osmar, seu marido, recebia tratamento em homecare devido às sequelas de uma meningite que o deixou com paralisia motora.

“Foram momentos muito difíceis e ainda é, mas sinto que preciso continuar e não vou deixar a vida profissional de lado”, afirma.

Rosana tem vários convites

Além do convite do líder do MDB, ela conta que também avalia convites do PSL e do Republicanos, de Adilton Sachetti. Contudo, ainda depende de conversas com o senador Wellington Fagundes (PL) e não descarta continuar no PL para disputar na chapa de Mauro, que deve ir à reeleição.

Mas Wellington ainda não decidiu se vai mesmo concorrer ao Senado ou se vai disputar, novamente, a eleição para o governo do estado. Na última eleição, em 2018, ele concorreu com Mauro e ficou em segundo lugar.

“Se ele (Wellington) for ao governo, podemos fazer essa análise sobre ir para o MDB ou outro partido. Mas se for ao Senado, podemos compor com o governador”, avalia.

Apesar de ter rompido com o deputado federal Juarez Costa (MDB) por discordar da candidatura dele à Prefeitura, Rosana não vê problemas em ser correligionária do ex-aliado. Ela entende que as diferenças foram pontuais e que o parlamentar pode ajudar a aumentar a representatividade da região Norte do estado.

“Não tenho nada pessoal contra ele. Naquele momento defendi que ele deveria continuar ajudando Sinop como federal e não voltar a ser prefeito. Ele não gostou da minha posição. Defendo que temos que ampliar a representatividade”.

 

(Com RD NEWS)

 

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