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Mãe e padrasto de Claudemir passam à ser suspeitos pelo sumiço

Uma das testemunhas teria dito à polícia que o menino pode ter fugido de casa e desaparecido porque sofria abusos sexuais.

Após 50 dias do desaparecimento do menino Claudemir Ramos Quintino, de apenas 10 anos de idade, sua mãe e seu padrasto são considerados suspeitos pela Polícia. De acordo com informações, os celulares dos responsáveis e do irmão do menino foram apreendidos e encaminhados para a perícia.

O caso aconteceu na vila Entre Rios, distrito do município de Nova Ubiratã. Algumas informações teriam surgido, através de denúncias à Polícia, mas nada foi confirmado até o momento e o menino continua desaparecido.

Buscas foram feitas nas proximidades e locais indicados por testemunhas e alguns moradores da comunidade também foram indagados, mas não há sinal de Claudemir, mesmo com as buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros e também com o auxílio do cão luke.

Além do cão farejador, também foi utilizado para localizar o garoto, um helicóptero, porém nenhum vestígio foi encontrado, para concluir o trabalho das forças de segurança e confortar a população que está indignada com a situação.

Uma das testemunhas teria dito à polícia que o menino pode ter fugido de casa e desaparecido porque sofria abusos sexuais.

“A testemunha relatou que no dia do desaparecimento, teria escutado o garoto dizer ‘um dia serei homem'”, disse o delegado.

De acordo com as investigações, a mãe demorou muito tempo para comunicar o desaparecimento de Claudemir. Segundo delegado Nilson, o boletim de ocorrência só foi registrado cerca de 4 dias após a última vez que o menino foi visto.

Entretanto, após o desaparecimento, a mãe fez a matrícula do garoto na escola, sendo que no anterior, ele não frequentou nenhuma unidade escolar.

Diante desses fatos, os celulares da mãe, do padrasto e do irmão de Claudemir foram apreendidos e foram encaminhados para perícia.

Ainda de acordo com o delegado, ninguém foi preso ainda porque nenhum crime foi comprovado até o momento. No entanto, caso as suspeitas sejam confirmadas, a prisão preventiva pode ser decretada. (Com G1 MT)

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