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IBGE enfrenta crise institucional sob direção de Márcio Pochmann

O corpo técnico do IBGE expressa insatisfação com mudanças na administração, exonerações de funcionários em postos-chave, a criação de uma fundação paralela e polêmicas relativas a metodologias e mapas institucionais.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está passando por uma crise institucional significativa.

O corpo técnico do IBGE expressa insatisfação com mudanças na administração, exonerações de funcionários em postos-chave, a criação de uma fundação paralela e polêmicas relativas a metodologias e mapas institucionais.

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Um exemplo notável mencionado pelo colunista é a exoneração de Rebeca Palis, servidora de carreira que deixou sua posição como chefe do setor de Contas Nacionais em janeiro, logo antes da divulgação do Produto Interno Bruto do país.

Pochmann, que é filiado ao Partido dos Trabalhadores e próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem enfrentado críticas intensas.

Além disso, os problemas administrativos do IBGE também incluem controvérsias na área de cartografia. Miranda destaca a decisão de Pochmann de divulgar um mapa-múndi invertido, com o Brasil no centro e o norte para baixo. Essa iniciativa foi considerada uma violação das convenções cartográficas e gerou rejeição por parte de técnicos e do sindicato Assibge, que veem a ação como um gesto promocional desnecessário em meio a uma crise já existente.

A análise completa de Evaristo de Miranda pode ser lida no artigo intitulado “O IBGE perdeu o norte?”, que está acessível ao público.

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