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Bolsa brasileira despenca 2,38%,atingindo menor patamar desde março

As bolsas internacionais também mostraram um desempenho negativo, com o S&P 500 de Nova York registrando uma baixa de 0,38%.

A Bolsa de Valores do Brasil encerrou o dia 7 de setembro com queda de 2,38%, alcançando seu menor nível desde 30 de março. O recuo foi impulsionado pela crescente aversão ao risco no mercado internacional, levando investidores a se desfazerem de ativos de maior risco.

As bolsas internacionais também mostraram um desempenho negativo, com o S&P 500 de Nova York registrando uma baixa de 0,38%.

Camara 22814/2026

Essa tendência reforçou a pressão sobre o mercado financeiro brasileiro. Tensões no Oriente Médio, especialmente relacionadas a negociações entre Estados Unidos e Irã, contribuíram para a instabilidade, com informações conflituosas sobre ações militares no Golfo aumentando a volatilidade.

Além disso, o preço do petróleo caiu significativamente, com o barril do tipo Brent recuando 1,19% e encerrando a US$ 100,06, enquanto o WTI caiu 0,28%, ficando em US$ 94,81.

O mercado reagiu a sinais de possíveis avanços diplomáticos e incertezas sobre o Estreito de Ormuz, uma rota crítica para o transporte global de petróleo. Essa queda impactou as ações do setor de energia, com a Petrobras liderando as perdas entre os principais papéis. O setor financeiro também teve um papel crucial no recuo do Ibovespa.

Durante o dia, a cotação do dólar variou de R$ 4,89 a R$ 4,93, fechando praticamente estável com um aumento de 0,05%, cotado a R$ 4,923. O mercado ficou atento à visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos e seu encontro com Donald Trump, que avaliou a reunião como “muito boa”, abordando temas de comércio e tarifas.

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