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Ativista de Sinop é um dos alvos da operação da Polícia Federal contra Fake News

Operação faz parte do inquérito que investiga produção de notícias falsas e mandados são cumpridos em 5 estados, além do Distrito Federal.

O ativista de Sinop, Marcelo Stachin, é uma das pessoas que serão ouvidas no inquérito das fake news, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, cujos mandados de busca e apreensão foram expedidos na manhã desta quarta-feira (27), pela Polícia Federal (PF).

Esse inquérito foi instaurado para apurar ameaças e ofensas feitas ao Supremo Tribunal Federal (STF) além da propagação de fake news, ou seja, notícias falsas.

Para a Rádio 93 FM, Marcelo disse que ainda não foi notificado, mas que está com a consciência tranquila. Ele também informou que está em viagem retornando para Brasília.

“Não fui avisado por ninguém. Eu tenho poucas informações, mas eu estou totalmente disponível. Eu vejo que depois dessas ações que fizemos em Brasília em apoio ao presidente Bolsonaro, observamos que algumas mídias e até mesmo algumas lideranças se sentiram no seu direito de ter uma resposta. Até o momento nenhum ato que eu tenha feito, o que alguém nosso tenha feito possa ter infringido algumas das autoridades ou lideranças nacionais”.

 

Marcelo é um dos ativistas pró-governo e encabeça várias atos e manifestações em apoio ao presidente Jair Messias Bolsonaro. Ele também está como presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) em Sinop e vice-líder dos grupos sociais Frente Cidadã, Canhota Não e Frente Conservadora MT.

Além do mandado em Mato Grosso, também são cumpridos em outros estados como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e também em Brasília. O Estadão divulgou o nome das pessoas. Veja:

Deputados que serão ouvidos

Federais

  • Beatriz Kicis (PSL- DF)
  • Carla Zambelli (PSL-SP)
  • Daniel Lúcio da Silveira (PSL-RJ)
  • Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro (PSL-PR)
  • Geraldo Junio do Amaral (PSL-MG)
  • Luiz Phillipe Orleans e Bragança (PSL-SP)

Estaduais

  • Douglas Garcia Bispo dos Santos (PSL-SP)
  • Gil Diniz (PSL-SP)

Alvos de buscas na manhã desta quarta, 27

Em Brasília:

  • ALLAN LOPES DOS SANTOS
  • SARA FERNANDA GIROMINI
  • WINSTON RODRIGUES LIMA

No Rio de Janeiro:

  • PAULO GONÇALVES BEZERRA – endereços em Campo Grande, Volta Redonda e Itaguai
  • REYNALDO BIANCHI JUNIOR
  • ROBERTO JEFFERSON MONTEIRO FRANCISCO

Em Santa Catarina:

  • LUCIANO HANG – três endereços, dois em Brusque e um em Balneário Camboriú

No Paraná:

  • BERNARDO PIRES KUSTER – endereços em Ibiporã e Londrina
  • EDUARDO FABRIS PORTELLA

Mato Grosso:

  • MARCELO STACHIN

Em São Paulo:

  • EDGARD GOMES CORONA – dois endereços em São Paulo
  • EDSON PIRES SALOMÃO – GABINETE DO DEPUTADO DOUGLAS GARCIA, NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SP
  • ENZO LEONARDO SUZI MOMENTI
  • MARCOS DOMINGUEZ BELLIZIA – dois endereços em São Paulo
  • OTAVIO OSCAR FAKHOURY – três endereços em São Paulo
  • RAFAEL MORENO
  • RODRIGO BARBOSA RIBEIRO – dois endereços em Araraquara
  • RODRIGO BARBOSA RIBEIRO – GABINETE DO DEPUTADO DOUGLAS GARCIA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SP

 

Entenda

No dia 14 de março, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, abriu um inquérito criminal para investigar notícias fraudulentas”, ofensas e ameaças, que “atingem a honorabilidade e a segurança” da Corte, os ministros e familiares. A medida gerou críticas no Ministério Público e no meio jurídico.

No dia seguinte à decisão do presidente do STF, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu informações ao tribunal sobre o inquérito. Ela solicitou esclarecimentos sobre quais seriam os objetos da investigação e quais argumentos jurídicos fundamentavam o inquérito. De acordo com Dodge, esses pontos não estavam claros na decisão de Toffoli.

Também dentro do Supremo foram levantadas dúvidas sobre a abertura do inquérito. O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que o STF deveria “manter uma necessária distância de investigações que envolvam apuração de suposto crime contra a própria Corte”.

Em meio às polêmicas, o relator escolhido por Toffoli para o inquérito, ministro Alexandre de Moraes, vem defendendo a investigação. Segundo ele, a medida foi tomada de acordo com o regimento interno do Supremo.

Nesta terça-feira (16), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu o arquivamento de inquérito. Mais tarde nesta terça, porém, o ministro Alexandre de Moraes rejeitou o arquivamento. (Colaborou G1)

 

 

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