Enquanto o Brasil endurece barreiras e se fecha para o mercado internacional, a Argentina avança com medidas concretas para se integrar às maiores economias do mundo. O governo de Javier Milei está em fase avançada de negociação para incluir o país no Visa Waiver Program dos Estados Unidos — o que permitiria entrada de argentinos em solo americano sem necessidade de visto.
Além disso, os argentinos já foram aceitos no Global Entry, programa que facilita o processo migratório com mais rapidez e menos burocracia.
Outros passos estratégicos da Argentina:
1.Acordo comercial com os EUA:
Já em andamento, reduziu tarifas para mais de 100 produtos argentinos. O objetivo é caminhar rumo a um acordo formal de livre comércio, algo impensável no atual cenário brasileiro.
2.Adesão à OCDE:
A Argentina foi aceita como candidata à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Isso abre portas para investimentos estrangeiros e exige reformas estruturais sérias, como responsabilidade fiscal, abertura comercial e previsibilidade regulatória.
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Enquanto isso, o Brasil…
•Bloqueou o acordo com a União Europeia após duas décadas de negociações.
•Aumentou tarifas e adotou posturas protecionistas.
•Aproximou-se de regimes autoritários, afastando-se de parceiros democráticos.
•Encareceu o custo de importações, sufocando o setor produtivo.
Consequência:
Enquanto a Argentina atrai investidores e abre caminhos para sua população circular no mundo com menos entraves, o Brasil se isola, trava o crescimento econômico e envia sinais negativos ao mercado internacional.
O mundo não espera. E quem continuar preso a velhos discursos ficará para trás — inclusive na fila do visto.
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