Sam Neill morreu na Austrália nesta segunda-feira (13), aos 78 anos, segundo comunicado da família, uma notícia que interrompe uma carreira de cinco décadas e mobiliza fãs do cinema mundial.
O comunicado da família e as circunstâncias
A família informou que a morte foi “repentina e inesperada” e que Neill “estava rodeado pela família e faleceu com a dignidade que caracterizou toda a sua vida”. De acordo com o texto, ele recebia atendimento no Hospital Privado St. Vincent, em Sydney.
Saúde: do linfoma à remissão
Em memórias publicadas em 2023, o ator revelou que havia sido diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três e chegou a descrever-se como “possivelmente morrendo”. Ainda assim, em declarações deste ano citadas pela família, Neill havia sido declarado livre do câncer após uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico. O comunicado familiar reiterou que ele “permanecia livre do câncer” no momento da morte.
Trajetória e legado
A carreira de Sam Neill começou na década de 1970 e incluiu papéis notáveis no cinema e na televisão. Ficou internacionalmente conhecido como o paleontólogo Dr. Alan Grant no sucesso de bilheteria de 1993, Jurassic Park. Entre outros trabalhos relevantes estão Peaky Blinders, A Caçada ao Outubro Vermelho e O Piano. Além da atuação, Neill cultivava vinhedos na região de Central Otago, na Ilha Sul da Nova Zelândia.
Impacto cultural
Neill deixa um legado que atravessa gerações: personagens marcantes, presença em grandes produções e uma carreira consistente que o estabeleceu como uma referência do cinema anglófono. A repercussão da notícia deve permanecer nas redes e na imprensa nas próximas horas, enquanto fãs e colegas relembram sua obra.