O sinistro foi registrado por volta das 15h.
Quando as equipes chegaram ao local, as chamas já avançavam sobre áreas de pastagem, capim, palhada de milho e leiras, com risco de propagação para residências, empresas e armazéns.
Diante da ameaça às edificações e das condições climáticas favoráveis ao avanço do fogo, os bombeiros concentraram inicialmente os esforços na proteção dos imóveis próximos.
Como foi o combate
Os militares combateram o incêndio por aproximadamente cinco horas até controlar as chamas. Foram empregadas duas viaturas especializadas em combate a incêndios florestais e utilizados cerca de 15 mil litros de água. A operação contou ainda com o apoio de um caminhão-pipa da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de maquinários cedidos por produtores rurais da região.
Impacto e resultado
Ao final do combate, cerca de 160 hectares de vegetação haviam sido destruídos. Não há registro de pessoas feridas e todas as residências, empresas e armazéns próximos foram preservados pelas equipes de intervenção. As causas do evento não foram informadas pela corporação e deverão ser apuradas.
Implicações e próximos passos
Além da perda ambiental local provocada pela queimada, o episódio evidencia a vulnerabilidade de áreas periurbanas a incêndios e a importância da coordenação entre órgãos públicos e produtores rurais no combate a essas ocorrências. As autoridades responsáveis deverão investigar as causas do incêndio para identificar responsabilidades e medidas preventivas.