Portal 93
Com você onde você for.

GAECO Sinop executa operação em Colíder; prefeito de SC é detido

Durante a operação em Colíder, quatro aparelhos telefônicos e seis HDs foram apreendidos e passarão por análise de perícia técnica. Até o momento, a identidade do investigado em Colíder e o local exato da operação não foram divulgados. Em Santa Catarina, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão.

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) de Sinop cumpriu, nesta manhã, um mandado de busca e apreensão em Colíder.

A operação, chamada “Regalo”, foi desencadeada em colaboração com o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) de Santa Catarina e visa investigar crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro em contratos públicos de Balneário Piçarras e São João Batista, em SC.

Camara 22814/2026

Durante a operação em Colíder, quatro aparelhos telefônicos e seis HDs foram apreendidos e passarão por análise de perícia técnica. Até o momento, a identidade do investigado em Colíder e o local exato da operação não foram divulgados. Em Santa Catarina, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão.

As investigações indicam uma possível conivência entre setores empresariais e políticos, com indícios de pagamento de vantagens indevidas em contratos públicos. O prefeito de Balneário Piçarras, Tiago Baltt (MDB), foi um dos presos nesta operação. O Ministério Público de Santa Catarina relatou que, por determinação do Tribunal de Justiça, as ações ocorreram em cidades como Timbó, Biguaçu e Tijucas, entre outras.

Além de prender empresários suspeitos, as operações incluíram buscas em residências e órgãos públicos, visando obtenção de provas sobre as práticas ilícitas. As investigações, iniciadas em 2024, focaram em crimes funcionais cometidos por prefeitos e agentes públicos. Na atual fase, as investigações se concentram na análise de contratos de obras na Orla Norte de Balneário Piçarras e outros serviços relacionados.

A assessoria do Ministério Público revelou que as vantagens indevidas atingem aproximadamente R$ 485,9 mil apenas em Balneário Piçarras, resultantes de propinas pagas a servidores públicos. A apuração ainda demonstra que os integrantes da organização criminosa continuam suas atividades, através do pagamento de propinas e agravamento de obras nas prefeituras da região do litoral norte de Santa Catarina.

Comentários estão fechados.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você esteja bem com isso, mas você pode optar por não participar, se desejar. Aceito Leia Mais

Politica de Privacidade & Cookies