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Nova fase do Fila Zero na Cirurgia é lançada com aporte de R$ 400 milhões

Atualmente, 88 municípios participam do programa, e a meta do governo é alcançar todas as cidades do Estado, seja de forma direta ou por meio de consórcios.

O governador em exercício Otaviano Pivetta anunciou, nesta sexta-feira, no Palácio Paiaguás, a nova etapa do programa Fila Zero na Cirurgia, voltada à redução da fila de انتظار por procedimentos eletivos em todo o Estado.

A iniciativa prevê parcerias com prefeituras, consórcios de saúde e unidades hospitalares. Para 2026, o investimento estimado é de R$ 400 milhões, com a meta de realizar cerca de 588 mil atendimentos.

Durante o lançamento, Pivetta afirmou que o objetivo é garantir acesso amplo aos serviços de saúde.

Segundo ele, o governo pretende ampliar os recursos, se necessário, para evitar que pacientes aguardem por consultas, diagnósticos ou cirurgias.

Batizada de “Fila Zero 3.0”, a nova fase do programa foi estruturada em três frentes principais. A primeira prevê aporte de R$ 200 milhões para novas propostas e a criação da Tabela SUS Mato Grosso, com valores mais atrativos que a tabela nacional. A segunda destina R$ 100 milhões ao credenciamento direto de unidades privadas. Já a terceira frente conta com outros R$ 100 milhões para a realização de mutirões cirúrgicos na rede estadual.

O secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, destacou que o programa já apresenta resultados desde sua criação, em 2023, principalmente pela ampliação das parcerias com municípios e consórcios. Ele também ressaltou que a nova tabela estadual busca corrigir defasagens nos valores pagos pelos procedimentos, tornando-os mais próximos da realidade do mercado e incentivando a adesão de mais prestadores.

Atualmente, 88 municípios participam do programa, e a meta do governo é alcançar todas as cidades do Estado, seja de forma direta ou por meio de consórcios.

Com o novo investimento, Mato Grosso passa a ocupar a segunda posição no ranking nacional de recursos destinados a cirurgias eletivas, ficando atrás apenas de São Paulo, que investe cerca de R$ 777 milhões. Segundo a Secretaria de Saúde, proporcionalmente à população, o programa mato-grossense é considerado um dos maiores do país.

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