Em depoimento à Polícia Civil, a mãe da criança contou que havia deixado a bebê com o padrasto no sábado para ir trabalhar. Ainda pela manhã, o suspeito teria ligado para contar que a criança havia engasgado. Ao chegar em casa, a mãe encontrou a criança com a respiração curta. Nesse momento, teria reparado uma mancha roxa no rosto da filha, mas questionado sobre o assunto, o padrasto teria dito que não sabia do que se tratava.
Depois de colocar a criança para dormir, a mãe teria estranhado que a filha não acordou no horário habitual. Ao pegá-la no colo, viu que não estava bem e decidiu levá-la ao hospital. Nesse momento, o padrasto ainda teria tentado convencer a mulher a levar a criança para um pediatra particular e não na unidade de saúde.
No hospital, a menina não apresentou reações diante dos estímulos da equipe médica e, na manhã de domingo, ela não acordou. Em seu depoimento, o suspeito teria apresentado várias versões, inclusive a de que a criança teria caído dos braços da mãe.
A criança está em estado grave no hospital de Confresa, aguardando uma vaga de UTI pediátrica. A Polícia Civil investiga o caso.
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