A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, prendeu um empresário investigado por graves crimes contra menores de idade.
A ação, coordenada pelo delegado Tiago Meira, apura as seguintes condutas:
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Estupro de vulnerável;
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Produção de material pornográfico infantil;
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Armazenamento de fotos e vídeos envolvendo crianças e adolescentes.
Como funcionava o esquema de aliciamento
A prisão do empresário é o desdobramento de uma ação que começou na semana anterior, quando uma mulher foi detida.
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O papel da comparsa: A mulher presa era responsável por aliciar as crianças e intermediar o contato delas com o empresário.
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Envio de material: Ela fornecia ao investigado um vasto conteúdo multimídia, incluindo fotos, vídeos e até chamadas de vídeo em tempo real com as vítimas.
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Como o caso foi descoberto: A mãe de uma das crianças desconfiou do comportamento dessa mulher — que era sua amiga e frequentava sua casa. Após conseguir reunir provas, a mãe denunciou a suspeita, resultando em sua prisão na primeira fase da operação.
Vítimas identificadas e provas reunidas
Até o momento, a equipe policial identificou três vítimas diretas da dupla. No entanto, o volume de provas apreendido é expressivo e contém mídias de outras crianças, que agora estão sob investigação para identificação.
Sem vínculo familiar: O delegado Tiago Meira ressaltou que, até onde se sabe, não existe nenhum grau de parentesco entre o empresário e as vítimas.
Ao ser confrontado com a grande quantidade de provas reunidas pela Polícia Civil, o empresário negou a autoria dos crimes, alegando que a situação se trata de uma “armação”.
A Delegacia de Defesa da Mulher segue com as investigações para identificar outras possíveis vítimas e descobrir se há mais pessoas envolvidas no esquema.