De supermercado a combustível: vida fica mais cara em Sinop e assusta consumidores

Os dados são do levantamento feito pelo departamento de Economia da Universidade do Estado de Mato Grosso em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Sinop, que acompanha a inflação no município. Em abril, a alta geral foi de 0,73%, mantendo a sequência de aumentos após março fechar em 0,97%.

Pelo segundo mês consecutivo, todos os nove grupos que compõem a cesta de consumo média de Sinop registraram aumento nos preços.

Os dados são do levantamento feito pelo departamento de Economia da Universidade do Estado de Mato Grosso em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Sinop, que acompanha a inflação no município. Em abril, a alta geral foi de 0,73%, mantendo a sequência de aumentos após março fechar em 0,97%.

A alimentação voltou a liderar a inflação local, com aumento de 1,45% em abril. Somando os dois últimos meses, os alimentos acumulam alta de 3,21% em Sinop.

O avanço nos preços tem relação direta com os combustíveis, que seguem pressionando toda a cadeia de transporte e distribuição de produtos.

O grupo Transportes teve nova alta de 0,91% em abril, após já subir 1,81% no mês anterior. Outros setores também registraram reajustes, como Saúde (0,89%), Artigos de Residência (0,46%), Habitação (0,32%), Despesas Pessoais (0,28%), Vestuário (0,21%) e Educação (0,11%). A menor variação foi em Comunicação, com 0,02%.

A cesta básica também ficou mais pesada no bolso do consumidor.

Em abril, o custo médio subiu 2,27%, depois de já ter aumentado 2,47% em março.

Em apenas dois meses, os itens básicos acumularam alta de 4,74%.

Com isso, o valor médio da cesta básica em Sinop saltou de R$ 848,64 em fevereiro para R$ 889,32 em abril, mantendo a cidade entre as mais caras do país nesse indicador, atrás apenas de São Paulo.

Entre os produtos com maiores aumentos estão o tomate, que subiu 18,65%, o leite, com alta de 9,12%, e a batata, que ficou 8,74% mais cara.

Produtos que dependem do transporte rodoviário foram os mais afetados pelos reajustes nos combustíveis.