Nesta quinta-feira (46), o Copom anunciou a redução da taxa Selic em 0,25 ponto percentual, agora fixada em 3,50% a 3,75%.
A medida, embora represente um alívio na política monetária, não traz indicações sobre novos cortes futuros.
A economista, Ariane Benedito, destaca que a decisão ocorre em um contexto marcado pela cautela do Federal Reserve, que manteve os juros inalterados, diante de uma inflação crescente e do aumento no preço do petróleo.
O conflito no Oriente Médio elevou o preço do Brent para US$ 110, aumentando a aversão ao risco nos mercados financeiros.
No Brasil, os reflexos foram imediatos: o Ibovespa registrou uma queda de 0,43%, atingindo 179 mil pontos, enquanto o dólar subiu para R$ 5,24.
O Banco Central enfatizou que futuros cortes na taxa dependerão de dados econômicos adicionais.